Público e artistas se unem na Vila do Forró para celebrar as tradições do ciclo junino, reforçando o orgulho de ser sergipano através da cultura, da música e dos costumes que definem o Nordeste.
Tem coisa mais bonita do que ver o povo sergipano de peito aberto, olhos brilhando e o coração batendo no ritmo do forró? A Vila do Forró é exatamente isso: um encontro sagrado entre a gente daqui e tudo aquilo que nos faz quem somos. Neste ciclo junino, público e artistas se encontram num abraço coletivo para celebrar as tradições, os costumes e as manifestações culturais que constroem, tijolo por tijolo, a identidade de Sergipe — esse estado pequeno no mapa, mas gigante na alma e na festa.
Por entre as bandeirolas coloridas, o cheiro de milho assado e o som inconfundível da sanfona, homens, mulheres, crianças e idosos reafirmam um pertencimento que vai muito além da quadrilha ou do arraial. É o reconhecimento de que a cultura junina é patrimônio vivo do povo sergipano — passada de geração em geração com carinho, preservada com orgulho e celebrada com a intensidade que só o sertão e o forró sabem despertar. Cada dança, cada indumentária, cada toada entoada na madrugada festiva é um ato de amor pela terra e pela gente.
Artistas e foliões se tornam, juntos, guardiões dessa memória afetiva que resiste ao tempo e se reinventa a cada São João. A Vila do Forró não é apenas um palco de shows: é o coração pulsante de Sergipe durante o ciclo junino, onde o amor pelos festejos se traduz em orgulho genuíno de ser nordestino, de ser sergipano, de pertencer a um povo que sabe como ninguém transformar fé, alegria e tradição em festa para o mundo ver.










Fonte: Governo de Sergipe
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