Ambulantes, empreendedores da economia solidária e pequenos negócios celebram o movimento gerado pela Vila do Forró durante os 60 dias de festa junina na Orla da Atalaia, em Aracaju.
O cheiro de milho assado no ar, o batuque do zabumba ao fundo e o sorriso largo de quem viu o caixa encher — essa é a cena que se repete dia após dia na Vila do Forró, na Orla da Atalaia, em Aracaju. O maior evento cultural de Sergipe não aquece apenas os corações dos foliões: ele movimenta uma cadeia inteira de trabalhadores e empreendedores que encontram, neste espaço, uma oportunidade real de renda e crescimento durante os 60 dias de celebração junina.
Ambulantes, representantes da economia solidária e pequenos negócios se reúnem no espaço e comemoram as vendas ao longo da festa. Para muitos desses comerciantes, o São João representa a principal temporada do ano — aquela que sustenta família, paga conta e ainda guarda um trocado para o resto do período. A Vila do Forró cumpre, assim, um papel que vai muito além do palco: ela é vitrine, mercado e ponto de encontro entre o talento do povo sergipano e quem chega de toda parte para curtir a maior festa do Nordeste.
A força desse movimento mostra que o São João de Sergipe é muito mais do que música e dança — é economia viva, é identidade cultural pulsando em cada barraca, em cada artesão que expõe seu trabalho, em cada sorriso de quem fecha mais uma venda e agradece à magia do arraiá. Com 60 dias de festa e trabalho na Orla da Atalaia, a Vila do Forró segue sendo o coração que bate forte pelo sertão, pelo forró e pela gente sergipana.










Fonte: Governo de Sergipe
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