Paulo Afonso, localizada no extremo norte da Bahia e fazendo divisa com três estados nordestinos, sedia a décima etapa do Seminário Regional de Integração da Força Invicta. O evento reúne oficiais militares estaduais, representantes do poder público, entidades da sociedade civil organizada, setor produtivo e lideranças locais para discutir temas relacionados à segurança pública, ordem pública e os impactos da violência nas cidades.
A programação do seminário conta com painéis de discussão abordando temas como “Construindo Comunidades Seguras: Ordem Pública e Sociedade” e “Desastres: desafios e soluções nas cidades”. A realização do seminário é promovida pela Associação dos Oficiais Militares Estaduais da Bahia (Força Invicta), com o apoio institucional da Polícia Militar da Bahia (PMBA) e do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBMBA).
O seminário visa também à criação de um relatório estadual consolidado ao final do evento, que reunirá diagnósticos regionais, demandas recorrentes e propostas debatidas durante os encontros. A ideia é transformar as discussões em dados estratégicos para contribuir com futuras políticas públicas e ações institucionais voltadas à segurança pública e ao desenvolvimento regional.
A abertura da programação ocorreu no dia 28 de maio em Feira de Santana. A série de seminários já passou por outras cidades, como Itaberaba, Santo Antônio de Jesus, Lauro de Freitas, Juazeiro, Vitória da Conquista, Teixeira de Freitas, Porto Seguro e Salvador. Com a realização em Paulo Afonso, o evento retorna ao extremo norte da Bahia, após o seminário realizado em Juazeiro no dia 11 de junho.
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Os próximos encontros ainda estão programados para as cidades de Alagoinhas, Barreiras, Irecê e Jequié, e Salvador receberá o seminário em mais duas oportunidades até o final de julho. O presidente da Força Invicta, Major PM Igor Rocha, destacou a importância do seminário por aproximar o debate das realidades vividas nos municípios baianos, ressaltando que “a Bahia possui realidades diferentes em cada região”.
“O seminário busca ouvir essas demandas locais e promover um diálogo entre oficiais militares estaduais, sociedade civil, setor produtivo e representantes públicos”, afirmou Major Rocha. A programação inclui ainda reuniões estratégicas com associados, representantes de entidades de classe, sindicatos patronais, integrantes do poder público regional e lideranças locais.
A expectativa da organização é que os encontros sirvam como um espaço permanente de articulação regional, troca de experiências e construção coletiva de propostas voltadas à preservação da vida e ao fortalecimento das políticas públicas de segurança no estado. “Queremos construir um ambiente permanente de escuta e produção de conhecimento sobre os desafios da segurança pública na Bahia. O objetivo é que essas informações ajudem na formulação de propostas e fortaleçam o diálogo institucional”, concluiu Major Igor Rocha.
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