Perguntar não ofende — mas algumas respostas podem incomodar.
Nos bastidores políticos de Poço Redondo, uma situação vem provocando comentários e deixando antigos aliados do prefeito Vado Gavião de “orelha em pé”.
O atual secretário de Obras do município, segundo informações que circulam no meio político local, foi candidato a vice-prefeito na eleição passada. Diante disso, surge uma pergunta inevitável: será que dentro do agrupamento que esteve ao lado de Vado Gavião não existem outros nomes com competência, experiência e capacidade para comandar uma das secretarias mais importantes da administração municipal?
A pergunta está feita.
Mas existe outra ainda mais delicada: e os aliados de primeira hora, prefeito?
Onde estão aqueles que saíram às ruas, enfrentaram críticas, defenderam seu nome e ajudaram a construir o projeto político que levou Vado Gavião à Prefeitura?
Para alguns desses apoiadores, a sensação hoje é de que quem ajudou a ganhar a eleição está ficando de fora da gestão, enquanto antigos adversários começam a conquistar espaço e influência.
Seria isso mesmo?
É difícil para um aliado compreender que, depois de colocar a cara na rua, pedir voto, defender um projeto e acreditar em uma mudança, possa encontrar portas fechadas quando chega a hora de participar da administração.
Enquanto isso, a oposição ou antigos contrários ao projeto estariam encontrando vez, voz e espaço dentro do governo.
Se isso não está acontecendo, cabe à administração mostrar o contrário. Se está, cabe ao prefeito explicar aos seus próprios aliados qual é a lógica dessa escolha.
Porque uma coisa é fazer uma gestão para todos. Outra, completamente diferente, é dar as costas a quem caminhou junto e abrir espaço justamente para quem esteve do outro lado.
A política tem memória.
Quem esteve na rua lembra quem segurou a bandeira. Quem pediu voto lembra quem estava ao lado. E quem ajudou a construir um projeto também espera, no mínimo, ser ouvido.
Poço Redondo quer saber: esse é realmente o novo jeito de administrar?
Vado Gavião, a pergunta está nas ruas:
Quem tem vez na sua gestão: quem ajudou a construir o projeto ou quem um dia esteve contra ele?
É desse jeito mesmo, prefeito
Poço Redondo, aliados perguntam: quem tem vez e voz na gestão de Vado Gavião?
Perguntar não ofende — mas algumas respostas podem incomodar.
Nos bastidores políticos de Poço Redondo, uma situação vem provocando comentários e deixando antigos aliados do prefeito Vado Gavião de “orelha em pé”.
O atual secretário de Obras do município, segundo informações que circulam no meio político local, foi candidato a vice-prefeito na eleição passada. Diante disso, surge uma pergunta inevitável: será que dentro do agrupamento que esteve ao lado de Vado Gavião não existem outros nomes com competência, experiência e capacidade para comandar uma das secretarias mais importantes da administração municipal?
A pergunta está feita.
Mas existe outra ainda mais delicada: e os aliados de primeira hora, prefeito?
Onde estão aqueles que saíram às ruas, enfrentaram críticas, defenderam seu nome e ajudaram a construir o projeto político que levou Vado Gavião à Prefeitura?
Para alguns desses apoiadores, a sensação hoje é de que quem ajudou a ganhar a eleição está ficando de fora da gestão, enquanto antigos adversários começam a conquistar espaço e influência.
Seria isso mesmo?
É difícil para um aliado compreender que, depois de colocar a cara na rua, pedir voto, defender um projeto e acreditar em uma mudança, possa encontrar portas fechadas quando chega a hora de participar da administração.
Enquanto isso, a oposição ou antigos contrários ao projeto estariam encontrando vez, voz e espaço dentro do governo.
Se isso não está acontecendo, cabe à administração mostrar o contrário. Se está, cabe ao prefeito explicar aos seus próprios aliados qual é a lógica dessa escolha.
Porque uma coisa é fazer uma gestão para todos. Outra, completamente diferente, é dar as costas a quem caminhou junto e abrir espaço justamente para quem esteve do outro lado.
A política tem memória.
Quem esteve na rua lembra quem segurou a bandeira. Quem pediu voto lembra quem estava ao lado. E quem ajudou a construir um projeto também espera, no mínimo, ser ouvido.
Poço Redondo quer saber: esse é realmente o novo jeito de administrar?
Vado Gavião, a pergunta está nas ruas:
Quem tem vez na sua gestão: quem ajudou a construir o projeto ou quem um dia esteve contra ele?
É desse jeito mesmo, prefeito?
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