Uma jornalista e uma advogada, unidas pela necessidade de transfusões durante tratamento de doença rara, tornaram-se amigas e agora defendem a doação regular de sangue para manter os estoques do Hemose abastecidos.
O que poderia ser apenas mais um episódio difícil durante uma internação hospitalar transformou-se em uma amizade duradoura e em uma missão compartilhada: conscientizar a população sobre a importância vital da doação regular de sangue. Uma jornalista e uma advogada, ambas diagnosticadas com uma doença rara e submetidas a transfusões durante o tratamento, se encontraram nesse percurso delicado e construíram um laço que vai além dos corredores dos hospitais.
As duas mulheres vivenciaram na pele a dependência direta dos estoques do Hemose — o Hemocentro de Sergipe — para seguirem seus tratamentos. A experiência as tornou porta-vozes de uma causa que muitos desconhecem em sua urgência cotidiana: os bancos de sangue precisam de reposição constante, e cada doador faz diferença concreta na vida de pacientes que aguardam por bolsas compatíveis. Segundo elas, é justamente nos momentos de crise de saúde que se percebe o quanto a solidariedade anônima de quem doa sustenta quem precisa.
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Com a história de amizade nascida da adversidade, as duas reforçam o apelo para que a população do sertão sergipano e de todo o estado procure o Hemose e seus postos de coleta para realizar a doação com regularidade. Quem é saudável, pesa acima de 50 kg, tem entre 16 e 69 anos e não se enquadra nos critérios de impedimento temporário pode ser doador. Um único gesto é capaz de salvar até quatro vidas — e, como provam as duas amigas, pode também transformar a do próprio doador, mesmo que ele nunca saiba disso.




Fonte: Governo de Sergipe
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