Maior festa da cultura nordestina chega forte à Bahia. Quadrilhas de todo o estado se enfrentam em Salvador, celebrando tradição que também pulsa forte no sertão sergipano.
O Campeonato Estadual de Quadrilhas Juninas da Bahia acontecerá entre os dias 10 e 14 de junho, na Praça da Revolução, localizada em Periperi, no Subúrbio Ferroviário de Salvador. O evento contará com a participação de 60 grupos de quadrilhas de diversas regiões do estado, com apresentações programadas diariamente das 10h às 21h.
Segundo informações da Superintendência de Fomento ao Turismo (Sufotur), o campeonato visa fortalecer e valorizar as quadrilhas juninas, que são reconhecidas como manifestações da cultura nordestina e patrimônio cultural brasileiro. Além da competição, o evento proporcionará intercâmbio entre os grupos, incentivo à preservação das tradições juninas e um impacto positivo na economia criativa relacionada aos festejos.
A competição será dividida em três grupos, com as classificações baseadas no desempenho das quadrilhas em campeonatos anteriores. Nos dias 10, 11 e 12 de junho, 39 quadrilhas se apresentarão na categoria inicial, e ao final das apresentações, serão anunciadas as cinco melhores colocadas. A campeã, a vice-campeã e a terceira colocada dessa etapa garantirão suas vagas no Grupo Semi-Especial em 2027.
No dia 13 de junho, será a vez das 10 quadrilhas do Grupo Semi-Especial se apresentarem, com o anúncio das cinco melhores após a apuração. Neste grupo, a campeã e a vice-campeã também conquistarão a oportunidade de competir no Grupo Especial no próximo ano.
O encerramento do campeonato ocorrerá no dia 14 de junho, com a disputa entre as 10 principais quadrilhas juninas da Bahia pelo título estadual, também na Praça da Revolução. A quadrilha campeã representará a Bahia no Concurso Nacional de Quadrilhas Juninas e no Festival Regional da Globo Nordeste, enquanto a vice-campeã representará o estado no Concurso Regional do Nordeste, conhecido como Nordestão.
As quadrilhas juninas são conhecidas por suas coreografias, figurinos temáticos e enredos que refletem a realidade social. As apresentações integram dança, teatro e música, envolvendo não apenas os participantes, mas também o público. Além disso, esses grupos mantêm a tradição que é passada de geração em geração e envolvem diversos profissionais, como costureiras, artesãos, músicos e cenógrafos.
Siga o Jornal do Sertão e receba as notícias do sertão sergipano em primeira mão.

