No Dia Nacional do Quadrilheiro Junino, a primeira semifinal do Arranca Unha reuniu brincantes que carregam nas quadrilhas muito mais do que passos e figurinos — carregam histórias de vida.
Que dia mais especial para o sertão sergipano viver essa festa! No Dia Nacional do Quadrilheiro Junino, Sergipe provou, mais uma vez, que a cultura junina corre no sangue do seu povo. A primeira semifinal do Arranca Unha foi muito além de uma disputa — foi um encontro emocionante de gerações, de memórias bordadas no cetim e de vidas transformadas pelo amor às quadrilhas juninas.
Os brincantes que subiram ao palco trouxeram consigo histórias que atravessam décadas e famílias inteiras. Para muitos deles, a quadrilha não é apenas uma apresentação: é herança recebida dos avós, é o primeiro lugar onde se sentiram pertencentes, é a escola que ensinou disciplina, trabalho em equipe e o orgulho de ser nordestino. Cada giro, cada marcação, cada figurino caprichado carrega o peso bonito de uma tradição viva — e que em Sergipe nunca deixou de pulsar forte.
As histórias compartilhadas pelos quadrilheiros nesta semifinal são prova viva de como as juninas têm o poder de transformar vidas. Jovens que encontraram na quadrilha um caminho, adultos que reencontram a infância a cada São João, famílias que se unem em torno dos ensaios e das festas. O Arranca Unha celebra tudo isso: a garra, a dedicação e a paixão de quem escolhe ser brincante de coração. Sergipe agradece e reverencia cada um desses guerreiros e guerreiras da cultura junina — verdadeiros guardiões da nossa identidade!










Fonte: Governo de Sergipe
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