O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou, na última sexta-feira, 29 de maio, cinco alertas meteorológicos de chuvas intensas e acumulado de chuva para 13 estados brasileiros. As notificações, que incluem quatro alertas amarelos e um alerta laranja, abrangem áreas de 644 municípios, indicando um cenário de possível instabilidade climática em diversas regiões do país.
O alerta amarelo para chuvas intensas é classificado como de perigo potencial e está em vigor até as 23h do mesmo dia. Ele prevê a possibilidade de chuvas entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, além de ventos fortes que podem variar de 40 a 60 km/h. Segundo o Inmet, essas condições podem acarretar baixo risco de cortes de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.
“Em caso de rajadas de vento, não se abrigue debaixo de árvores e evite estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda”, orienta o Inmet.
Os municípios afetados estão localizados nas regiões da Metropolitana de Recife, Mata Pernambucana, Mata Paraibana, Agreste Paraibano, Leste Potiguar, Agreste Potiguar, Leste Alagoano e Agreste Pernambucano.
Outro alerta amarelo, com o mesmo nível de risco, também foi emitido para regiões como o Nordeste Paraense, Noroeste Cearense, Marajó, Leste Maranhense, e várias outras localidades, com recomendações semelhantes para a população.
Além disso, o Inmet também emitiu um alerta laranja para chuvas intensas, que é considerado de perigo. Este alerta está em vigor até as 10h do dia 30 de maio e prevê chuvas entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, além de ventos intensos que podem alcançar de 60 a 100 km/h. Os municípios abrangidos incluem regiões de Norte de Roraima, Norte Amazonense e Centro Amazonense.
“Se possível, desligue aparelhos elétricos e evite o uso de equipamentos que estejam conectados à tomada”, recomenda o Inmet em seu alerta laranja.
Com o aumento das chuvas, é importante que a população fique atenta às orientações das autoridades locais e mantenha sempre a segurança em primeiro lugar, evitando riscos desnecessários durante esse período de instabilidade climática.
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