Estudantes, professores e gestores têm até quarta (2) às 23h59 para enviar sugestões à prévia da 5ª edição do CNCT. São 197 cursos em 13 eixos tecnológicos sobre conteúdos, perfis e cargas horárias.
Estudantes, professores, gestores públicos, representantes da sociedade civil, instituições de ensino, sindicatos e conselhos profissionais podem contribuir até as 23h59 desta quarta-feira (2) na elaboração da versão preliminar da 5ª edição do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT) do Ministério da Educação (MEC).
A proposta em consulta pública prevê a revisão e atualização de 197 cursos técnicos, distribuídos em 13 eixos tecnológicos. A participação está aberta a todos os interessados que desejarem enviar sugestões sobre conteúdos, perfis profissionais, cargas horárias e demais aspectos relacionados à organização dos cursos.
Para enviar as contribuições, os interessados devem acessar a Plataforma Brasil Participativo. Após o envio da participação social, será automaticamente gerado um número de protocolo, que será encaminhado ao e-mail informado no formulário online, permitindo o acompanhamento da submissão.
O Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT), vigente desde 2020, funciona como referência para a educação técnica de nível médio no país. O material orienta instituições de ensino na organização e oferta de cursos técnicos e na definição de itinerários formativos para as redes de ensino.
Além de servir como guia para as escolas, o catálogo informa estudantes sobre perfis profissionais e possibilidades de atuação no mundo do trabalho, com o objetivo de auxiliar na escolha de formação e futura carreira. Para o setor produtivo, o documento também funciona como parâmetro na seleção de profissionais qualificados.
A atualização do CNCT busca adequar a formação educacional às transformações tecnológicas, às novas demandas do mercado de trabalho e às alterações normativas recentes na legislação educacional. Entre as referências apontadas para a revisão estão as diretrizes estabelecidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e na Política Nacional de Educação Profissional e Tecnológica (PNEPT).
Com a consulta pública encerrando-se no dia 2, a participação tende a ser importante para quem atua direta ou indiretamente na formação técnica: instituições que ofertam cursos, professores que ministram as disciplinas, gestores que planejam a oferta e estudantes que escolherão suas trajetórias profissionais. A contribuição coletiva pode influenciar como os cursos serão estruturados na próxima edição do Catálogo.
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